Stone Temple Pilots (2018)
Movendo para um novo ritmo
Classificação: AA
Ano de Lançamento: 2018
Melhor Música: The Art of Letting Go
Faixas:
1. Middle of Nowhere
2. Guilty
3. Meadow
4. Just a Little Lie
5. Six Eight
6. Thought She'd Be Mine
7. Roll Me Under
8. Never Enough
9. The Art of Letting Go
10. Finest Hour
11. Good Shoes
12. Reds & Blues
(todas as músicas compostas por Stone Temple Pilots)
Melhor Música: The Art of Letting Go
Faixas:
1. Middle of Nowhere
2. Guilty
3. Meadow
4. Just a Little Lie
5. Six Eight
6. Thought She'd Be Mine
7. Roll Me Under
8. Never Enough
9. The Art of Letting Go
10. Finest Hour
11. Good Shoes
12. Reds & Blues
(todas as músicas compostas por Stone Temple Pilots)
Comentário:
Em breve...
Faixa a Faixa:
Middle of Nowhere: Faixas de abertura são a especialidade do Stone Temple Pilots, e essa rápida canção não é uma exceção, mostrando todo o potencial vocal que Jeff Gutt pode trazer a banda. Nota 10
Guilty: Mais cadenciada que a anterior, mas sem perder o ritmo rock 'n' roll que embala o disco. Nota 10
Meadow: Feita sob medida para ser tocada ao vivo, acabou sendo o single que apresentou a nova versão da banda para o público (e surpreendeu com a semelhança de vocais entre Jeff e Scott). Nota 10
Just a Little Lie: As guitarras de DeLeo fazem a festa nesta composição, que ainda conta com um ótimo refrão. Nota 9
Six Eight: Boa canção, mas que fica um pouco abaixo dos rocks anteriores. Nota 8
Thought She'd Be Mine: Primeira balada do disco, e Gutt manda muito bem!! Seria a escolha perfeita para um novo MTV Unplugged do grupo. Nota 10
Roll Me Under: O ritmo da música lembra "Show Me How to Live", do Audioslave, mas a letra e interpretação da banda dão um charme próprio a canção, que chegou a ser lançada como single. Nota 10
Never Enough: Parece ter saído direto do High Rise, da até pra imaginar Chester cantando... Nota 9
The Art of Letting Go: O ápice criativo da nova fase do Stone Temple Pilots beira o sentimentalismo puro. Certamente, chegaria ao topo das paradas de sucesso dos anos 90. Nota 10
Finest Hour: Outra boa canção, que poderia muito bem estar no Purple. Nota 9
Good Shoes: Rock bem cadenciado, com ótima apresentação de Kretz na batera. Nota 9
Reds & Blues: Balada romântica de fim de festa, já com as luzes se apagando. Nota 9
Middle of Nowhere: Faixas de abertura são a especialidade do Stone Temple Pilots, e essa rápida canção não é uma exceção, mostrando todo o potencial vocal que Jeff Gutt pode trazer a banda. Nota 10
Guilty: Mais cadenciada que a anterior, mas sem perder o ritmo rock 'n' roll que embala o disco. Nota 10
Meadow: Feita sob medida para ser tocada ao vivo, acabou sendo o single que apresentou a nova versão da banda para o público (e surpreendeu com a semelhança de vocais entre Jeff e Scott). Nota 10
Just a Little Lie: As guitarras de DeLeo fazem a festa nesta composição, que ainda conta com um ótimo refrão. Nota 9
Six Eight: Boa canção, mas que fica um pouco abaixo dos rocks anteriores. Nota 8
Thought She'd Be Mine: Primeira balada do disco, e Gutt manda muito bem!! Seria a escolha perfeita para um novo MTV Unplugged do grupo. Nota 10
Roll Me Under: O ritmo da música lembra "Show Me How to Live", do Audioslave, mas a letra e interpretação da banda dão um charme próprio a canção, que chegou a ser lançada como single. Nota 10
Never Enough: Parece ter saído direto do High Rise, da até pra imaginar Chester cantando... Nota 9
The Art of Letting Go: O ápice criativo da nova fase do Stone Temple Pilots beira o sentimentalismo puro. Certamente, chegaria ao topo das paradas de sucesso dos anos 90. Nota 10
Finest Hour: Outra boa canção, que poderia muito bem estar no Purple. Nota 9
Good Shoes: Rock bem cadenciado, com ótima apresentação de Kretz na batera. Nota 9
Reds & Blues: Balada romântica de fim de festa, já com as luzes se apagando. Nota 9

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