Sandinista!

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Classificação: AA

Ano de Lançamento: 1980

Melhor Música: The Magnificent Seven

Faixas:

 1. The Magnificent Seven (Mick Jones, Joe Strummer, Topper Headon, Norman Watt-Roy, Mickey Gallagher) 
 2. Hitsville UK
 3. Junco Partner (Tradicional) 
 4. Ivan Meets G.I. Joe
 5. The Leader
 6. Something About England
 7. Rebel Waltz
 8. Look Here (Mose Allison)
 9. The Crooked Beat
10. Somebody Got Murdered
11. One More Time (The Clash, Mikey Dread)
12. One More Dub (The Clash, Dread)
13. Lightning Strikes (Not Once but Twice)
14. Up in Heaven (Not Only Here)
15. Corner Soul
16. Let's Go Crazy
17. If Music Could Talk (The Clash, Dread)
18. The Sound of Sinners
19. Police on My Back (Eddy Grant)
20. Midnight Log
21. The Equaliser
22. The Call Up
23. Washington Bullets
24. Broadway
25. Lose This Skin (Tymon Dogg)
26. Charlie Don't Surf
27. Mensforth Hill
28. Junkie Slip
29. Kingston Advice
30. The Street Parade
31. Version City
32. Living in Fame (The Clash, Dread)
33. Silicone on Sapphire
34. Version Pardner
35. Career Opportunities
36. Shepherds Delight
     (todas as músicas compostas por The Clash, exceto onde anotado)

Comentário:

Em breve...

Faixa a Faixa:

The Magnificent Seven: O grupo abre o disco com uma deliciosa faixa funkeada, com influências do rap e hip hop americano. Parece que a banda não estava mais entendiada com os Estados Unidos, e sim com o punk rockNota 10

Hitsville UK: Pop bem feito, contendo um bonito dueto entre Jones e sua namorada na época, Ellen FoleyNota 10

Junco Partner:
Versão reggae de uma canção tradicional americana. Poderia ser melhor se fosse um pouco menor. Nota 8

Ivan Meets G.I. Joe:
Hilária composição cantada pelo baterista Topper Headon, reimaginando o conflito entre EUA e União Soviética como uma competição de dança. Nota 10

The Leader:
Canção rapidinha, falando sobre os jornais britânicos e como eles faziam de tudo para vender mais exemplares. Nota 10

Something About England:
Faixa complexa, flertando com o music hall. Infelizmente nunca foi tocada ao vivo. Nota 9

Rebel Waltz:
Valsa romântica, cantanda sobre a perspectiva de rebeldes. Nota 9

Look Here:
 Levada bacana dos teclados, grande influência dos anos 50. Nota 8

The Crooked Beat: Simonon
repete seu papel no disco anterior e canta mais um reggae, mas que soa estranho e longo demais. Nota 6

Somebody Got Murdered:
Depois de várias faixas diferenciadas, que tal um rock à moda antiga? Jones manda muito bem nesta faixa. Nota 10

One More Time:
Combinação funcional, meio reggae, meio funkNota 8

One More Dub: 
Versão dub da música anterior, com alguns efeitos eletrônicos interessantes. Nota 9

Lightning Strikes (Not Once but Twice):
Meio que uma reprise da faixa de abertura, mas com uma letra bem diferente, que fala sobre a experiência da banda em Nova YorkNota 9

Up in Heaven (Not Only Here): Música que denuncia as condições precárias de vida nos bairros mais pobres de Londres. Os vocais ficam por conta de Jones, que era da classe operária inglesa. Nota 10

Corner Soul:
Fala sobre a imigração em massa no Reino Unido e a perigosa resposta de alguns políticos e nacionalistas. Pena que a melodia não é tão interessante quanto a letra. Nota 7

Let's Go Crazy:
Melhor que a canção anterior, mas não vai muito longe. Nota 8

If Music Could Talk:
Mais um reggae, não chegando a surpreender como as antecessoras incursões da banda neste estilo. Nota 8

The Sound of Sinners: Dá uma melhorada no ritmo do disco. É a música do Clash favorita de Elvis CostelloNota 9

Police on My Back: Cover de uma música do The Equals, a qual eu só conheço a versão excelente do ClashNota 10

Midnight Log: Ótima canção, movida por violões e sintetizadores. Também não chegou a ser tocada ao vivo. Nota 10

The Equaliser: 
Faixa sem peso, e no bom sentido. Não faria feio numa trilha sonora de um filme de ficção científicaNota 10

The Call Up: Apesar do teclado lindinho, essa faixa é uma crítica ferrenha aos objetores de consciência, visto que Strummer, sendo um marxista, rejeitava a ideia de dar a vida por um monarca soberano. Nota 10

Washington Bullets
Você esperava que uma banda de punk usaria um xilofone em seu disco? Pois é, eles fizeram e ainda colocaram uma fantástica letra e melodia que grudam na sua cabeça por um bom tempo. Nota 10

Broadway: Jazz
muito bem bolado, é como uma noitada em Nova York em formato de música. Nota 10

Lose This Skin:
 A banda chama multi-instrumentista Tymon Dogg para cantar está incrível composição, que mistura folk e punkNota 10

Charlie Don't Surf:
Dá uma boa variada no ritmo do álbum, fazendo referência aos Beach Boys e ao filme Apocalypse NowNota 10

Mensforth Hill:
Versão ao contrário de "Something About England". Garante alguns minutos de entretenimento. Nota 9

Junkie Slip: 
Fala sobre o vício em heroína de Headon, que acabou prejudicando sua posição como baterista e ocasionando seu desligamento do grupo. Nota 9

Kingston Advice: 
As ótimos riffs de guitarra são os pontos altos desta faixa, a qual preenche bem o disco. Nota 9

The Street Parade: 
Agora entendo o por quê de comentarem que o Clash foi uma inspiração para os Kaiser ChiefsNota 8

Version City: Música disco mais cadenciada, mas sem perder o gingado. Nota 10

Living in Fame:
Com Mikey Dread nos vocais, a banda faz uma versão melhorada de "If Music Could Talk". Nota 9

Silicone on Sapphire:
Basicamente, é a instrumental de "Washington Bullets" com alguns diálogos por trás. Nota 9

Version Pardner:
"Junco Partner" já não era lá essas coisas, fazer uma versão dub não vai mudar muita coisa. Nota 7

Career Opportunities: Versão fofa da canção pertencente ao disco de estréia, com os filhos do tecladista Mickey Gallagher cantando sob uma melodia simples. Nota 9

Shepherds Delight: Desnecessária é a palavra para descrever está versão instrumental de "Police & Thieves", fechando o disco com um gosto amargo. Nota 6

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