Royal Blood (álbum)

Pare de brincar de Deus no seu telefone

Original artwork by Dan Hillier, a London based contemporary artist. A person covered in a mask stands in the centre frame. The mask extends upwards to reveal a starry sky inside the restraints of the mask, while the person's clothes reveal an outdoor forest scenario inside the restraints of the clothing.

Classificação: AAA

Ano de Lançamento: 2014

Melhor Música: Ten Tonne Skeleton

Faixas:

 1. Out of the Black
 2. Come On Over
 3. Figure It Out
 4. You Can Be So Cruel
 5. Blood Hands
 6. Little Monster
 7. Loose Change (Kerr, Thatcher, Dave Murray)
 8. Careless
 9. Ten Tonne Skeleton (Kerr, Thatcher, Murray)
10. Better Strangers
     (todas as músicas compostas por Mike Kerr e Ben Thatcher, exceto onde anotado)

Comentário:

Em breve...

Faixa a Faixa:

Out of the Black: Abertura esmagadora, um verdadeiro arrasa-quarteirão pra ninguém botar defeito. Destaque para a bateria furiosa de Thatcher. Chegou ao topo das paradas de sucesso britânicas. Nota 10

Come On Over
Mais rápida que a anterior, com um clima de perigo constante. Nota 10

Figure It OutComposição mais comercial e menos pesada, porém sem deixar a qualidade cair. Nota 10

You Can Be So Cruel: Rock de arena, contando a história de um stalker que persegue uma mulher por ela não dar-lhe atenção. Nota 9

Blood Hands:
Música lenta e cadenciada, mostrando que a versatilidade e o minimalismo do duo pode gerar frutos incríveis. Nota 10

Little MonsterLuta contra o subconsciente permeia esta canção, que também atingiu a primeira posição das paradas de sucesso britânicas. Nota 10

Loose Change: Começa leve (para os padrões do disco) para então explodir num ritmo frenético e carismático. Ao vivo fica melhor ainda. Nota 10

Careless: Sério, às vezes fico impressionado como Kerr consegue fazer o som do seu baixo ser tão parecido com uma guitarra, principalmente nesta faixa. Nota 10

Ten Tonne Skeleton: Mentiras e traição são os temas desta fantástica faixa, facilmente uma das melhores de 2014. Nota 10

Better Strangers: Belo encerramento, contando como as pessoas podem machucar uns aos outros, sendo melhor ser um "estranho" do que se afeiçoar. Nota 10

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