The Slow Rush
Todos os meus sonhos ainda estão intactos.

Classificação: AAA
Ano de Lançamento: 2020
Melhor Música: Lost in Yesterday
Faixas:
1. One More Year
2. Instant Destiny
3. Borderline
4. Posthumous Forgiveness
5. Breathe Deeper
6. Tomorrow's Dust
7. On Track
8. Lost in Yesterday
9. Is It True
10. It Might Be Time
11. Glimmer
12. One More Hour
(todas as músicas compostas por Kevin Parker)
Melhor Música: Lost in Yesterday
Faixas:
1. One More Year
2. Instant Destiny
3. Borderline
4. Posthumous Forgiveness
5. Breathe Deeper
6. Tomorrow's Dust
7. On Track
8. Lost in Yesterday
9. Is It True
10. It Might Be Time
11. Glimmer
12. One More Hour
(todas as músicas compostas por Kevin Parker)
Comentário:
Em breve...
Faixa a Faixa:
One More Year: Abertura viajadona, como é de praxe do Tame Impala. Ainda podemos sentir a vibe mais dançante do disco anterior. Nota 9
Instant Destiny: Perfeita demonstração de como unir pop, psicodelismo e música eletrônica. Daria um belo single. Nota 10
Borderline: Versão retrabalhada do single de mesmo nome, lançado em 2019. Parece que deram uma leve suavizada no ritmo, mas isso não prejudica sua performance. Nota 10
Posthumous Forgiveness: Mais cadenciada que suas antecessores e com uma vibe meio vaporwave, essa composição tem tudo para alcançar os corações dos fãs. Grande destaque para a utilização dos teclados. Nota 10
Breathe Deeper: Voltamos aos anos 80? Se sim, eu gostaria de ficar porque tá muito bom. Nota 10
Tomorrow's Dust: Levada interessante de violão misturada ao bom uso dos sintetizadores. Dá uma boa variada no ritmo do disco. Nota 9
On Track: Parker é um gênio mesmo. Ele consegue fazer diversas músicas seguindo os mesmos moldes e ainda tem resultados finais magníficos. Nota 10
Lost in Yesterday: Se você não se animar com essa canção, você está morto por dentro. As linhas de baixo dessa composição são viciantes. Nota 10
Is It True: Efeitos especiais muito bem bolados, com momentos bem robôticos. Fico imaginando como deve ser escutar essa música ao vivo... Nota 10
It Might Be Time: Pop descolado e com momentos de loucura. Melhor escolha para música de trabalho impossível. Nota 10
Glimmer: Instrumental bem bacana. Só fui perceber que era uma transição quando a música acabou do nada. Nota 9
One More Hour: A música mais pesada e longa do disco fica a cargo de finaliza-lo, o que faz de forma satisfatória. Nota 9
One More Year: Abertura viajadona, como é de praxe do Tame Impala. Ainda podemos sentir a vibe mais dançante do disco anterior. Nota 9
Instant Destiny: Perfeita demonstração de como unir pop, psicodelismo e música eletrônica. Daria um belo single. Nota 10
Borderline: Versão retrabalhada do single de mesmo nome, lançado em 2019. Parece que deram uma leve suavizada no ritmo, mas isso não prejudica sua performance. Nota 10
Posthumous Forgiveness: Mais cadenciada que suas antecessores e com uma vibe meio vaporwave, essa composição tem tudo para alcançar os corações dos fãs. Grande destaque para a utilização dos teclados. Nota 10
Breathe Deeper: Voltamos aos anos 80? Se sim, eu gostaria de ficar porque tá muito bom. Nota 10
Tomorrow's Dust: Levada interessante de violão misturada ao bom uso dos sintetizadores. Dá uma boa variada no ritmo do disco. Nota 9
On Track: Parker é um gênio mesmo. Ele consegue fazer diversas músicas seguindo os mesmos moldes e ainda tem resultados finais magníficos. Nota 10
Lost in Yesterday: Se você não se animar com essa canção, você está morto por dentro. As linhas de baixo dessa composição são viciantes. Nota 10
Is It True: Efeitos especiais muito bem bolados, com momentos bem robôticos. Fico imaginando como deve ser escutar essa música ao vivo... Nota 10
It Might Be Time: Pop descolado e com momentos de loucura. Melhor escolha para música de trabalho impossível. Nota 10
Glimmer: Instrumental bem bacana. Só fui perceber que era uma transição quando a música acabou do nada. Nota 9
One More Hour: A música mais pesada e longa do disco fica a cargo de finaliza-lo, o que faz de forma satisfatória. Nota 9

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