Faith No More
Pequenos vitoriosos

Classificação: AA
Formação Clássica:
- Mike Patton (vocais)
- Jim Martin (guitarras)
- Billy Gould (baixo)
- Roddy Bottum (teclados, guitarras)
- Mike Bordin (bateria, percussão)
Comentário:
Não tem comparação: podem falar de Red Hot Chili Peppers ou de Living Colour, mas a banda que mais soube trabalhar o funk rock foi o Faith No More. Os caras fazem canções incríveis como se fosse brincadeira, além dos mesmos não ficarem presos num só estilo musical, viajando nas mais diversas influências.
Originalmente criada com o nome de Sharp Young Men (em 1979) e depois se tornando Faith. The Man, a banda contava com Billy Gould, Mike Bordin, o vocalista Mike Morris e o tecladista Wade Worthington. Os dois primeiros, após o lançamento fracasso de um single, decidiram se desligar para formar uma novo grupo, juntamente com Roddy Bottum, assim nascendo o Faith No More. A escolha do nome foi para realçar o fato que "The Man' (Morris) was 'No More".
Formando um quinteto com o guitarrista Jim Martin e o vocalista Chuck Mosley, a banda finalmente conseguiu lançar seu primeiro disco, We Care a Lot, que não recebeu muita atenção na época, visto que foi distribuido por uma gravadora local. Introduce Youserlf, segundo álbum, foi bem recebido pela crítica na época e ajudou o grupo a conseguir mais shows. Contudo, após desavenças com os outros membros, Mosley é demitido e o banda contrata o jovem Mike Patton, que cantava em uma banda da faculdade, Mr. Bungle.
Em 1989, chegava as lojas The Real Thing, disco que estourou nas paradas de sucesso e teve uma excelente recepção pela mídia especializada, elogiando a escolha de Patton nos vocais e a nova roupagem do Faith No More, garantindo até mesmo uma indicação ao Grammy. Três anos depois, dispondo de mais recursos e liberdade para fazer experimentações, o grupo solta Angel Dust, o qual foi considerado como "um dos discos mais complexos e simplesmente confusos já lançados por uma grande gravadora", o que não impediu do álbum vender muito bem e ser aclamado pelos fãs e pela crítica.
Após a saída do guitarrista Jim Martin, inconformado com as mudanças no estilo do grupo, foi lançado King for a Day... Fool for a Lifetime, trabalho que trazia várias influências musicas, como country, jazz, thrash metal, gospel e, até mesmo, bossa nova. Pouco tempo depois, a banda lança Album of the Year, que vendeu bem, porém recebeu resenhas negativas e foi o prelúdio para a separação do grupo, para que os membros pudessem focar em seus projetos paralelos.
No começo de 2009, após vários rumores indicando que haveria uma reunião, o Faith No More volta a fazer shows pelo mundo, atraindo novamente os olhares do público e da mídia. A união dos integrantes foi tão boa que, em 2015, foi lançado Sol Invictus, disco com a cara do grupo e que caiu nas graças dos fãs e da crítica.
Existem especulações, desde 2018, sobre um novo disco ser lançado, mas ainda não foi nada confirmado. O jeito é esperar e ver o que esses caras vão fazer (e, é claro, nos surpreender) .
Originalmente criada com o nome de Sharp Young Men (em 1979) e depois se tornando Faith. The Man, a banda contava com Billy Gould, Mike Bordin, o vocalista Mike Morris e o tecladista Wade Worthington. Os dois primeiros, após o lançamento fracasso de um single, decidiram se desligar para formar uma novo grupo, juntamente com Roddy Bottum, assim nascendo o Faith No More. A escolha do nome foi para realçar o fato que "The Man' (Morris) was 'No More".
Formando um quinteto com o guitarrista Jim Martin e o vocalista Chuck Mosley, a banda finalmente conseguiu lançar seu primeiro disco, We Care a Lot, que não recebeu muita atenção na época, visto que foi distribuido por uma gravadora local. Introduce Youserlf, segundo álbum, foi bem recebido pela crítica na época e ajudou o grupo a conseguir mais shows. Contudo, após desavenças com os outros membros, Mosley é demitido e o banda contrata o jovem Mike Patton, que cantava em uma banda da faculdade, Mr. Bungle.
Em 1989, chegava as lojas The Real Thing, disco que estourou nas paradas de sucesso e teve uma excelente recepção pela mídia especializada, elogiando a escolha de Patton nos vocais e a nova roupagem do Faith No More, garantindo até mesmo uma indicação ao Grammy. Três anos depois, dispondo de mais recursos e liberdade para fazer experimentações, o grupo solta Angel Dust, o qual foi considerado como "um dos discos mais complexos e simplesmente confusos já lançados por uma grande gravadora", o que não impediu do álbum vender muito bem e ser aclamado pelos fãs e pela crítica.
Após a saída do guitarrista Jim Martin, inconformado com as mudanças no estilo do grupo, foi lançado King for a Day... Fool for a Lifetime, trabalho que trazia várias influências musicas, como country, jazz, thrash metal, gospel e, até mesmo, bossa nova. Pouco tempo depois, a banda lança Album of the Year, que vendeu bem, porém recebeu resenhas negativas e foi o prelúdio para a separação do grupo, para que os membros pudessem focar em seus projetos paralelos.
No começo de 2009, após vários rumores indicando que haveria uma reunião, o Faith No More volta a fazer shows pelo mundo, atraindo novamente os olhares do público e da mídia. A união dos integrantes foi tão boa que, em 2015, foi lançado Sol Invictus, disco com a cara do grupo e que caiu nas graças dos fãs e da crítica.
Existem especulações, desde 2018, sobre um novo disco ser lançado, mas ainda não foi nada confirmado. O jeito é esperar e ver o que esses caras vão fazer (e, é claro, nos surpreender) .
Discografia e Classificação:
- We Care a Lot (1985) – BB
- Introduce Yourself (1987) – AAA
- The Real Thing (1989) – AAA
- Angel Dust (1992) – AAA
- King for a Day... Fool for a Lifetime (1995) – AA
- Album of the Year (1997) – A
- Sol Invictus (2015) – AAA

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