Second Coming
Eu tenho amor suficiente para nós dois.

Classificação: AA
Ano de Lançamento: 1994
Melhor Música: Tears
Faixas:
1. Breaking Into Heaven
2. Driving South
3. Ten Storey Love Song
4. Daybreak (Ian Brown, Gary Mounfield, Squire, Alan Wren)
5. You Star Will Shine
6. Straight to the Man (Brown)
7. Begging You (Squire, Brown)
8. Tightrope
9. Good Times
10. Tears
11. How Do You Sleep
12. Love Spreads (Brown, Mounfield, Squire, Wren)
13. Foz
(todas as músicas compostas por John Squire, exceto onde anotado)
Melhor Música: Tears
Faixas:
1. Breaking Into Heaven
2. Driving South
3. Ten Storey Love Song
4. Daybreak (Ian Brown, Gary Mounfield, Squire, Alan Wren)
5. You Star Will Shine
6. Straight to the Man (Brown)
7. Begging You (Squire, Brown)
8. Tightrope
9. Good Times
10. Tears
11. How Do You Sleep
12. Love Spreads (Brown, Mounfield, Squire, Wren)
13. Foz
(todas as músicas compostas por John Squire, exceto onde anotado)
Comentário:
Há vinte e cinco anos, os britânicos dos Stone Roses lançavam o seu segundo disco oficial (visto que a coletânea Turns Into Stones lançado em 1992 sem o consentimento do grupo) depois do sucesso do aclamado e incrível álbum de estréia da banda, que nos presenteou com excelentes músicas, como "I Wanna Be Adored", "She Bangs the Drums" e "I Am the Resurrection".
Mas havia um pequeno problema: a cena musical era outra. Graças ao sucesso estrondoso do grunge no começo dos anos 90, os Stone Roses não tiveram o mesmo apoio da mídia e da crítica especializada. Além do mais, quem estava no comando da cena musical inglesa eram bandas do movimento Britpop, como Oasis e Blur, que foram influenciados pela sonoridade dos Stone Roses.
O disco foi considerado um fiasco na época, e não muito tempo depois, a banda anunciou o termino de suas atividades. Mas seria Second Coming realmente um disco ruim?
Muito pelo contrário. O segundo disco do grupo britânico é ótimo. Talvez a longa duração de algumas faixas e mudanças na sonoridade da banda, agora mais pesada, podem ter afugentado alguns fãs e a mídia, mas o resultado final é satisfatório.
Na opinião deste escriba, Second Coming bem que merecia mais sorte, pois é uma pérola escondida, esperando para alguém descobri-la.
Mas havia um pequeno problema: a cena musical era outra. Graças ao sucesso estrondoso do grunge no começo dos anos 90, os Stone Roses não tiveram o mesmo apoio da mídia e da crítica especializada. Além do mais, quem estava no comando da cena musical inglesa eram bandas do movimento Britpop, como Oasis e Blur, que foram influenciados pela sonoridade dos Stone Roses.
O disco foi considerado um fiasco na época, e não muito tempo depois, a banda anunciou o termino de suas atividades. Mas seria Second Coming realmente um disco ruim?
Muito pelo contrário. O segundo disco do grupo britânico é ótimo. Talvez a longa duração de algumas faixas e mudanças na sonoridade da banda, agora mais pesada, podem ter afugentado alguns fãs e a mídia, mas o resultado final é satisfatório.
Na opinião deste escriba, Second Coming bem que merecia mais sorte, pois é uma pérola escondida, esperando para alguém descobri-la.
Faixa a Faixa:
Breaking Into Heaven: Resume bem o que esta por vir: longas passagens de guitarras distorcidas e riffs pesados, quase inexistentes no álbum de estréia. Tem uma introdução de quase 5 minutos, mas vale a pena escutar e se deliciar com essa fantástica abertura. Nota 10
Driving South: Simplesmente a coisa mais pesada e suja que os Stone Roses já fizeram, com guitarras cortantes (lembrando bastante Led Zeppelin) e ótimo vocal de Ian Brown. Nota 10
Ten Storey Love Song: "A" balada do disco, uma das mais bonitas e charmosas composições da banda. Faz uma dobradinha com a faixa seguinte. Nota 10
Daybreak: Tem uma levada interessante, meio dançante, e possui umas passagens de bateria e baixo intrigantes. Mas poderia ser um pouco menor. Nota 9
You Star Will Shine: Reflexiva faixa acústica, lembrando alguns dos momentos calmos do disco anterior. Nota 8
Straight to the Man: Outra música dançante, só que menor e menos trabalhada. Nota 8
Begging You: Um dos grandes destaques do disco. Rápida e cheia de energia, ela foi lançada como uma das músicas de trabalho (e com razão). Nota 10
Tightrope: Começa lenta, mas se torna uma boa canção levada pelo violão de Squire. Parece algo que Guns n' Roses fez no Use Your Illusion I. Nota 10
Good Times: Também tem um início calmo, até que as guitarras de Squire entram e a música torna-se um rock característico dos anos 70. Merecia ser lançada como single e ganhar um videoclipe. Nota 10
Tears: Singela pérola sentimental, a "Stairway to Heaven" dos Stone Roses. Uma das melhores canções da banda (e dos anos 90)! Nota 10
How Do You Sleep: Composição alegre, com uma ótima letra e que demostra toda a influência da banda na geração Britpop. Nota 10
Love Spreads: Indie rock de primeira, com guitarras por todos os lados, sendo considerado o último grande clássico do grupo britânico. Fecharia perfeitamente o disco. Nota 10
Foz: Música instrumental escondida, não acrescenta nada de mais ao álbum. Nota 7
Breaking Into Heaven: Resume bem o que esta por vir: longas passagens de guitarras distorcidas e riffs pesados, quase inexistentes no álbum de estréia. Tem uma introdução de quase 5 minutos, mas vale a pena escutar e se deliciar com essa fantástica abertura. Nota 10
Driving South: Simplesmente a coisa mais pesada e suja que os Stone Roses já fizeram, com guitarras cortantes (lembrando bastante Led Zeppelin) e ótimo vocal de Ian Brown. Nota 10
Ten Storey Love Song: "A" balada do disco, uma das mais bonitas e charmosas composições da banda. Faz uma dobradinha com a faixa seguinte. Nota 10
Daybreak: Tem uma levada interessante, meio dançante, e possui umas passagens de bateria e baixo intrigantes. Mas poderia ser um pouco menor. Nota 9
You Star Will Shine: Reflexiva faixa acústica, lembrando alguns dos momentos calmos do disco anterior. Nota 8
Straight to the Man: Outra música dançante, só que menor e menos trabalhada. Nota 8
Begging You: Um dos grandes destaques do disco. Rápida e cheia de energia, ela foi lançada como uma das músicas de trabalho (e com razão). Nota 10
Tightrope: Começa lenta, mas se torna uma boa canção levada pelo violão de Squire. Parece algo que Guns n' Roses fez no Use Your Illusion I. Nota 10
Good Times: Também tem um início calmo, até que as guitarras de Squire entram e a música torna-se um rock característico dos anos 70. Merecia ser lançada como single e ganhar um videoclipe. Nota 10
Tears: Singela pérola sentimental, a "Stairway to Heaven" dos Stone Roses. Uma das melhores canções da banda (e dos anos 90)! Nota 10
How Do You Sleep: Composição alegre, com uma ótima letra e que demostra toda a influência da banda na geração Britpop. Nota 10
Love Spreads: Indie rock de primeira, com guitarras por todos os lados, sendo considerado o último grande clássico do grupo britânico. Fecharia perfeitamente o disco. Nota 10
Foz: Música instrumental escondida, não acrescenta nada de mais ao álbum. Nota 7

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