From Genesis to Revelation

Você está nas mãos do destino.

Genesis - From Genesis To Revelation | Edições | Discogs

Classificação: BBB

Ano de Lançamento: 1969

Melhor Música: Silent Sun

Faixas:

 1. Where the Sour Turns to Sweet
 2. In the Beginning
 3. Fireside Song
 4. The Serpent
 5. Am I Very Wrong?
 6. In the Wildnerness
 7. The Conqueror
 8. In Hiding
 9. One Day
10. Window
11. In Limbo
12. Silent Sun
13. A Place to Call My Own
     (todas as músicas compostas por Tony Banks, Peter Gabriel, Anthony Phillips e Mike Rutherford)

Comentário:

Em breve...

Faixa a Faixa:

Where the Sour Turns to Sweet: Abertura bacana, com mudanças de ritmo dignas de uma peça da Broadway. Claro, não no nível que o Genesis iria se atingir. Nota 8

In the Beginning
:
Rock interessante, nem muito pop, nem muito pesado. A introdução com a voz de Gabriel me assustou quando a escutei pela primeira vez. Nota 10

Fireside Song: As influências do Bee Gees dão as caras nesta calma composição (e em várias deste disco), a qual é ótima para relaxar num final de dia. Nota 8

The Serpent: Lembra bastante o que o Arctic Monkeys faria trinta anos depois. Isso é um elogio. Nota 9

Am I Very Wrong?:
Não é ruim, mas não chega a surpreender. Talvez com uma produção melhor, teria uma nota maior. Nota 7

In the Wilderness: Bonita canção com algumas semelhanças com o que a banda faria alguns anos depois. Nota 9

The Conqueror: Simples e divertida, o suficiente para animar este que vós escreve. Nota 9

In Hiding: Apesar de ter gravado o disco com 18 anos, Peter Gabriel já mostrava ter excelentes dotes vocais, como esta música mostra. Nota 8

One Day:
Os instrumentos de sopro lembram bastante a fase psicodélica dos Beatles. Não julgo, muitas bandas imitaram esse estilo no final dos anos 60. Nota 7

Window:
Mais soturna que as anteriores, não chegando a empolgar. Nota 7

In Limbo: Dá uma melhorada em relação às canções antecedentes, com uma vibe meio Turtles, meio Small Faces. Nota 8

Silent Sun: Primeiro single do disco (e do grupo), escrita especialmente para impressionar o produtor Jonathan King, com uma mistura de folk e pop rock muito funcional. Seria relançada nos anos 2000 como single promocional. Nota 10

A Place to Call My Own: A menor música do álbum, trazendo apenas os teclados de Banks e a voz de Gabriel. Nota 8

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