Trespass
Para todos os que agora merecem nosso amor.
Classificação: A
Ano de Lançamento: 1970
Melhor Música: The Knife
Faixas:
1. Looking for Someone
2. White Mountain
3. Visions of Angels
4. Stagnation
5. Dusk
6. The Knife
(todas as músicas compostas por Tony Banks, Peter Gabriel, Anthony Phillips e Mike Rutherford)
Melhor Música: The Knife
Faixas:
1. Looking for Someone
2. White Mountain
3. Visions of Angels
4. Stagnation
5. Dusk
6. The Knife
(todas as músicas compostas por Tony Banks, Peter Gabriel, Anthony Phillips e Mike Rutherford)
Comentário:
Em breve...
Faixa a Faixa:
Looking for Someone: A introdução contando apenas com os vocais de Gabriel e um orgão já demonstra a absurda diferença de sonoridade em relação ao trabalho anterior. Tony Banks manda muito bem nesta faixa de abertura. Nota 9
White Mountain: Conto de fadas muito bem construído, com uma trabalho sublime de Phillips na guitarra acústica e de Gabriel na flauta. Deveria ter sido mais tocada pela banda. Nota 9
Visions of Angels: Música mais calma, uma verdadeira fusão da sonoridade antiga do Genesis com a nova, mais progressiva. Nota 9
Stagnation: Mais soturna e melancólica que as anteriores. Acho que poderia ser um pouco menor. Nota 8
Dusk: Sem bateria, temos aqui uma composição mais calma e reflexiva, falando sobre amor e o significado da vida. Nota 8
The Knife: O grande clássico do disco: riffs pesados e solos trovejantes permeiam esta canção do começo ao fim. Também temos que destacar o excelente trabalho de Banks no orgão, que dá um charme a mais neste grande triunfo do rock progressivo. Nota 10
Looking for Someone: A introdução contando apenas com os vocais de Gabriel e um orgão já demonstra a absurda diferença de sonoridade em relação ao trabalho anterior. Tony Banks manda muito bem nesta faixa de abertura. Nota 9
White Mountain: Conto de fadas muito bem construído, com uma trabalho sublime de Phillips na guitarra acústica e de Gabriel na flauta. Deveria ter sido mais tocada pela banda. Nota 9
Visions of Angels: Música mais calma, uma verdadeira fusão da sonoridade antiga do Genesis com a nova, mais progressiva. Nota 9
Stagnation: Mais soturna e melancólica que as anteriores. Acho que poderia ser um pouco menor. Nota 8
Dusk: Sem bateria, temos aqui uma composição mais calma e reflexiva, falando sobre amor e o significado da vida. Nota 8
The Knife: O grande clássico do disco: riffs pesados e solos trovejantes permeiam esta canção do começo ao fim. Também temos que destacar o excelente trabalho de Banks no orgão, que dá um charme a mais neste grande triunfo do rock progressivo. Nota 10

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