Paraíso Portátil
Será que é mesmo isso aí?

Classificação: C
Ano de Lançamento: 2019
Melhor Música: Dejà Vu
Faixas:
1. Sem Você Eu Não Presto
2. Dejà Vu (Caio Evangelista)
3. Sede ao Pote (Rafael Martins)
4. Eu Não Sou Desse Mundo
5. Miragem (Rafael Martins)
6. Paraíso Portátil
7. Sentinelas (Rafael Martins e Caio Evangelista)
8. Mainha
9. Intuição (Rafael Martins)
10. Ponto & Vírgula
11. Sonhos (Rafael Martins)
(todas as músicas compostas por Gabriel Aragão, exceto onde anotado)
Melhor Música: Dejà Vu
Faixas:
1. Sem Você Eu Não Presto
2. Dejà Vu (Caio Evangelista)
3. Sede ao Pote (Rafael Martins)
4. Eu Não Sou Desse Mundo
5. Miragem (Rafael Martins)
6. Paraíso Portátil
7. Sentinelas (Rafael Martins e Caio Evangelista)
8. Mainha
9. Intuição (Rafael Martins)
10. Ponto & Vírgula
11. Sonhos (Rafael Martins)
(todas as músicas compostas por Gabriel Aragão, exceto onde anotado)
Comentário:
Sabe aquela banda que você ouvia desde os primórdios, viu ela crescendo, fazendo um som bacana e que você se identificava? Que lançou dois excelentes discos ("Aprendendo a Mentir" e o auto-intitulado), os quais possuem músicas incríveis, com melodias interessantes e letras variadas? Pois é, ela não existe mais.
Apesar de "Praieiro" ser, sem dúvidas, um bom disco, ele apela muito para o pop e composições simples e de teor romântico, com algumas raras exceções. Parecia que o grupo tinha perdido o "punch", aquela força que tinha nos discos anteriores, e agora queria aproveitar um pouco de sucesso da mídia e focar num público diferente.
Tudo isso culminou em "Paraíso Portátil", quarto disco dos Selvagens no qual não estava muito esperançoso com o lançamento, visto minha experiência com o álbum anterior. Contudo decidi dar uma chance e escutar-lo por completo, vai que ele me surpreenderia... só que não.
Ao escutar o álbum, o sentimento é que o mesmo tinha potencial, mas caiu numa mesmice absurda, tendo nada ou quase nenhuma diferença entre as faixas, mais parecendo que coloquei a mesma música para tocar em loop.
Sobre a escolha de fazer um disco mais calmo e "psicodélico", não vejo problema nisso, visto que adoro músicas mais viajadas, seja no cenário nacional ou internacional. O problema mesmo é falta de qualidade das canções, que parecem algo que o "Apanhador Só" faria e seria engavetado na hora por não atender os requisitos mínimos.
Em resumo, "Paraíso Portátil" é um trabalho esquecível e bem irregular, sendo o ponto baixo da carreira dos Selvagens à Procura de Lei.
Faixa a Faixa:
Sem Você Eu Não Presto: Abre o disco com uma melodia legal, porém a letra é vergonha alheia. Esse é o mesmo compositor de "Sr. Coronel" e "Brasileiro"? Vale só pelo instrumental. Nota 6
Dejà Vu: Dá uma melhorada no clima e é realmente uma boa canção, lembrando um pouco o Capital Inicial do começo dos anos 2000. É a primeira música cantada pelo baixista Caio. Nota 9
Sede ao Pote: Tem vocais de Rafael (que é o melhor cantor da banda) e é interessante até certo ponto, mas temos música como essa aos montes nas rádios. Nota 5
Eu Não Sou Desse Mundo: A banda tenta voltar as composições críticas do segundo disco, mas falha em causar algum sentimento a mais. Nota 5
Miragem: Chegamos a quinta canção, mas parece que ainda estou escutando a mesma música de novo. Resumindo, não é marcante. Nota 4
Paraíso Portátil: Faixa título sem sal e irritante, com um refrão que é repetido em demasia. Nota 3
Sentinelas: Rafael parece que acordou e solta uma música com um ritmo dançante e com bom trabalho dos integrantes no instrumentais. Uma verdadeira luz no fim do túnel. Nota 8
Mainha: Deveria apelar pro meu lado cearense? Pois é, não funciona e é totalmente descartável. Nota 3
Intuição: Parece que vai se tornar uma excelente composição, mas fica só parecendo mesmo. Tem o baterista Nicholas no vocal, único atrativo real da faixa. Nota 6
Ponto & Vírgula: Finalmente, Gabriel! Uma música que lembra as canções escritas pelo cara anteriormente. Essa é das boas. Nota 8
Sonhos: Traz a temática romântica e até que fecha bem o disco, mostrando que a banda pode fazer uma música mais "moderninha" e funcional. Nota 8
Sem Você Eu Não Presto: Abre o disco com uma melodia legal, porém a letra é vergonha alheia. Esse é o mesmo compositor de "Sr. Coronel" e "Brasileiro"? Vale só pelo instrumental. Nota 6
Dejà Vu: Dá uma melhorada no clima e é realmente uma boa canção, lembrando um pouco o Capital Inicial do começo dos anos 2000. É a primeira música cantada pelo baixista Caio. Nota 9
Sede ao Pote: Tem vocais de Rafael (que é o melhor cantor da banda) e é interessante até certo ponto, mas temos música como essa aos montes nas rádios. Nota 5
Eu Não Sou Desse Mundo: A banda tenta voltar as composições críticas do segundo disco, mas falha em causar algum sentimento a mais. Nota 5
Miragem: Chegamos a quinta canção, mas parece que ainda estou escutando a mesma música de novo. Resumindo, não é marcante. Nota 4
Paraíso Portátil: Faixa título sem sal e irritante, com um refrão que é repetido em demasia. Nota 3
Sentinelas: Rafael parece que acordou e solta uma música com um ritmo dançante e com bom trabalho dos integrantes no instrumentais. Uma verdadeira luz no fim do túnel. Nota 8
Mainha: Deveria apelar pro meu lado cearense? Pois é, não funciona e é totalmente descartável. Nota 3
Intuição: Parece que vai se tornar uma excelente composição, mas fica só parecendo mesmo. Tem o baterista Nicholas no vocal, único atrativo real da faixa. Nota 6
Ponto & Vírgula: Finalmente, Gabriel! Uma música que lembra as canções escritas pelo cara anteriormente. Essa é das boas. Nota 8
Sonhos: Traz a temática romântica e até que fecha bem o disco, mostrando que a banda pode fazer uma música mais "moderninha" e funcional. Nota 8

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